27 de jun. de 2020

#2 Escrevendo na Quarentena...




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Em 2019, no segundo ano da Pós Graduação ficou mais tranqüila ninguém estava bebendo o tal "chá do conhecimento" então, o nível da aula estavam bastante parecidos... Sou da turma que começou a fazer estágio ainda em 2019.

  

A minha 1° tentativa de estágio foi em uma ONG que trabalha com adolescentes de baixa renda o estágio tinha tudo para ser um estágio produtivo... A resistência inicial da administração da ONG não pareceu ser algo negativo para o andamento do estágio... Eu já tive experiência com adolescentes de baixa renda em área escolar. Porém, na ONG os adolescentes não tinham uma Rotina escolar... O que dificultava o processo das sessões da Arteterapia. Na penúltima sessão o nível estava tão ruim que abri mão da sessão e fui informada que as crianças teriam aulas de teatro no horário. Sai de lá jurando que não iria mais fazer estagio nenhum quando a coordenação não se comprometesse com a pobre estagiaria que nesse caso sou eu! 

Voltei ao inicio... Bastante contrariada querendo desistir da pós graduação.... Surgiu o estágio no Asilo com uma faixa etária de pessoas que nunca pensei em trabalhar. Com os idosos, completamos 11 encontros com promessa de continuarmos em 2020 com sessões 3x na semana... 

Todas as Segundas-Feiras, depois do estágio, eu andava a pé até a Igreja Pentecostal Deus é Amor que inaugurou a nova Sede na Mauro Ramos que ficava á uma quadra próximo ao asilo que estava fazendo estágio. #rotina-saudável 

Eu vou ao culto da igreja IPDA desde pequena com a minha avó e meu avô quando ele ainda era vivo ... Algumas lembranças deve ter re-ativado alguns tipos de sentimentos... Desde pequena, eu tenho uma vivência religiosa desde muito cedo, e também gosto de assistir os cultos e ouvir os louvores desde muito pequena. Na minha vivencia religiosa nunca ouve lugar para questionar a minha fé e quando isso aconteceu eu entrei em uma crise e comecei a questionar a ponto de querer desistir. E aceitei que aquilo fazia parte apenas da minha busca da tal #rotina-saudável naquele período. 


No final de Novembro, surgiu um emprego de 08 horas como terceirizado e (...) me recuso a escrever essa sigla que sempre me fez mal... Em um setor administrativo de um Banco. Você percebe a qualidade de um ambiente de trabalho, quando a equipe do setor está fazendo piadas enquanto lê em voz alta um questionário sobre Assédio Moral. O chefe do setor, mal falou comigo quando cheguei para trabalhar. Muito menos, para me demitir 1 mês depois. Argh!

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20 de mai. de 2020

#01 Escrevendo na Quarentena.


O ano começou bastante complicado... Desde que terminei a faculdade de Psicologia eu fiz algumas tentativas de criar uma Rotina saudável

Eu estava indo a academia 3x por semana... A três anos atrás, eu entrei na academia. Três vezes por semana eu ia para a academia caminhando pois,  ficava próximo a minha casa. Os exercícios erão monitorados por um personal traineer e os treinos eram bastante dinâmicos. Porém, o dindin acabou... 

Iniciei uma Pós-Graduação de Arteterapia. As aulas eram bastante intensas. Pessoas com graduações diferentes parece que não falávamos a mesma língua... A cada final de semana era uma treta diferente. No ano passado, finalmente eu consegui um estágio bacana na Pós-Graduação em um Lar de Idosos aqui em Florianópolis/Sc. 



Eu resolvi procurar uma Psicoterapeuta e as minhas sessões eram uma vez por semana: No inicio de 2019, Depois de chorar praticamente o mês inteiro e o meu transtorno de ansiedade ter chegado em um ponto bastante elevado... Eu percebi que, era necessário fazer um tratamento Psicológico sem tantas "resistências" dessa vez e desapegada a abordagens... Eu gostaria de ter escrito mais sobre as minhas sessões e sobre as minhas descobertas e insigt´s que eu poderia ter na terapiaClaro que isso não aconteceu... A minha terapeuta me dizia que eu precisava escrever... Para organizar os meu pensamentos. E entender todo o processo dos meus sentimentos para transformar as minhas angustias e dores no estômago em algo mais produtivo do que uma crise de ansiedade na madrugada. 

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No final do ano, pela primeira vez, eu fiz um Freela para escrever um TCC de Assistente Social. Sério, que as pessoas compram um TCC? A idéia inicial, era somente ajudar a organização do Trabalho de Conclusão de Curso. Porém, acabei escrevendo/corrigindo a prévia do trabalho e escrevendo e organizando a escrita do trabalho final do TCC. 

Eu estava trabalhando em Home Oficce antes mesmo desse isolamento social.





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18 de abr. de 2020

Diário de Chalaça: Comunidade Nin-Jitsu


Faz um tempinho que eu não vou a um show tão bacana. Desde o mês de abril, depois de um dejavú um tanto que, agonizante no show dos Acústicos e Valvulados ou seria Velhas da chalaça ou chalaça... Que nem escrevi sobre o show. Acho que perdi o jeito de escrever "diário de chalaça" e já pesso desculpas antecipadamente por alguns erros que eu possa escrever nesse relato.


Quinta-Feira 10 de novembro de 2017. Em Florianópolis/SC. Florianópolis é uma cidade "complicadinha" quando se trata de cultura & entretenimento... Porém, naquela madrugada, recebeu a banda gaúcha Comunidade Nin-Jitsu.

O John Bull Floripa se consolidou como uma das mais prestigiadas casas noturnas da capital catarinense. Com mais de 2700 apresentações de renomados artistas nacionais e internacionais e localizada na Lagoa da Conceição, um dos principais pontos turísticos da cidade, a casa é referência na cena local e palco de noites memoráveis. A programação é inteiramente dedicada ao melhor do Rock e todas as suas vertentes, além do Blues, Reggae e da boa música, em um ambiente dinâmico e requintado.


Quem já me conhece a mais tempo (ou não) sabe que eu adoro e ouço Rock Gaúcho desde a minha adolescência. Apesar de adorar rock gaúcho eu nunca tive a oportunidade de ir a um show da banda Comunidade Nin-Jitsu.

A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! 
Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.


O Jonh Bull não estava lotado. Por ser Quinta-feira, os reles mortais trabalham no dia seguinte... O publico eram realmente os "de fé" dispostos a ignorar o horário e a distância do centro até o local.

A banda não enrolou muito pra subir ao palco (obrigada por isso!), "A espera" foi na medida certa. Como já citei ali em cima, eu conheço apenas 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva". Não me liguei muito na sequência das musicas, acabei me surpreendendo com algumas musicas cláááássicas que eu já conhecia. 


A energia dos integrantes da banda no palco é contagiante! O publico não ficou parado um segundo e cantavam TODAS as musicas. Eu sabia somente a metade das musicas do setlist 0o. 


Na penúltima musica do show o Mano Changes pede para as mulheres subirem no palco. O Nando na mesma hora olhou para mim berrando -Vem, sobe!!!- quando eu vi, eu tinha entregado a minha cerveja para o segurança e tava no palco junto com outras meninas e interagindo e tirando selfie com o pessoal da banda. 


Eu estava precisando dessa vibe que somente um show ao vivo e a cores te proporciona.Para dar uma revigorada nas minhas energias... 

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24 de mar. de 2020

T de TAG: Apaixonada por fotografia.


Hoje é Terça- Feira.E nas terças, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada (ou não).
Vira e mexe vejo essa tag em canais no YouTube, e não sei porque ainda não tinha respondido aqui no blog. Não consegui descobrir quem criou a lista de perguntas, então se alguém souber, me avisa nos comentários pra eu dar os créditos? Sem mais delongas, vamos às minhas 14 respostas?

Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica? 

A minha primeira câmera fotográfica profissional eu ganhei aos 20 e poucos anos... Antes disso, eu tive uma câmera digital "Quebra- galho" que eu levava para tudo quanto é canto para fotografar. 

Prefere fotografar ou ser fotografada? 

Eu não sou fotogênica. Eu consigo ficar mais desinibida com as "selfies" mas travo quando tenho que "modelar" para a câmera fotográfica... Eu gosto mais de fotografar pessoas, natureza, palco... 



Você tem uma boa câmera para fotografar?

A minha Câmera fotográfica é uma Canon EOS Rebel T5 T5 kit Cinquentinha – EF-S 18-55MM + EF-S 50MM

Você fotografa e publica suas fotos?

Sim. eu tenho um blog fotográfico (desatualizado) onde eu publico as minhas fotografias.

Tumblr, We heart it, ou instagram? 

Nenhum dos três... Esses sites/aplicativos diminuem a qualidade da fotografia.

Cite uma pessoa que você se inspira para tirar suas fotos. 

Eu adoro fotografias de palco. A minha inspiração são fotógrafos que fazem esse tipo de fotografia.


Você edita suas fotos ou prefere que elas fiquem no modo original? 

Eu gosto de uma fotografia mais crua... Sem muitos efeitos. 

Qual seu programa predileto para editar fotos? 

Eu não faço muitas edições... Uso o picasa mais para corrigir o brilho e a iluminação. 

Sonha em ser fotógrafa ou faz isso como um hobbie? 

Eu fotografo mais como hobby... Porém, eu faço alguns trabalhos fotográficos para os amigos e conhecidos.


Já fez algum tipo de curso de fotografia? 

Sim. 

Qual a última foto que você tirou? 

As mãos do meu avô fazendo tarrafa.


Qual a última vez que você foi fotografada por alguém? 

Minha formatura.

Você é daquelas que quer sempre registar os momentos e o que está ao seu redor, e sai sempre com uma câmera nas mãos? 

Eu já fui conhecida como "a pentelha do flash " kkk hoje não levo a camera para muitos lugares... 

Mostre uma foto sua (ou que você tenha tirado) que você goste muito. 



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Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

20 de mar. de 2020

Show: “Contos de Água e Fogo”


No dia 18 de maio de 2012, a banda gaúcha Nenhum de Nós apresenta no teatro Pedro Ivo, na Capital, um show em celebração aos seus 25 anos de carreira. O grupo foi um dos primeiros da cena roqueira nacional a incorporar o acordeon entre seus instrumentos, assumindo uma sonoridade regional característica. Formada ainda pelos mesmos integrantes desde seu início, a banda tocou as canções do disco “Contos de Água e Fogo” e sucessos já conhecidos do grande publico como “Camila Camila”“Astronauta de Mármore” (versão para Starman, de David Bowie) e “Paz e Amor”.


Nesses 25 anos, , o Nenhum de Nós vendeu mais de um milhão de discos e cerca de 1.600 apresentações. Os roqueiros gaúchos conseguiram o reconhecimento do público da crítica e hoje contam com uma fiel legião de fãs em todo o país. Mais maduros musicalmente, a banda chega ao 25º aniversário em plena forma, e com novidades.



Décimo quarto disco do grupo, “Contos de Água e Fogo”, lançado em 2011, marcou o jejum de seis anos da banda sem lançar nada novo.

“Demoramos tanto tempo por uma questão logística. Não temos essa ansiedade de fazer um trabalho atrás do outro. Acreditamos na consistência artística de cada projeto”, afirma o vocalista Thedy Corrêa.



  
A faixa que abre o álbum, “Correntes”, remete ao ano de 1986, quando O Nenhum de Nós estourou no Brasil com o hit “Camila, Camila”. A canção tem uma pegada mais pesada e coloca as guitarras em evidência. Mas o disco também traz composições inspiradas na folk-music e arranjos de viola e bandolim.

Eu sempre estou "conhecendo" alguma musica nos shows que acaba descrevendo um momento importante na minha vida como julho de 83 que descreve o meu primeiro beijo... E nesse show de maio/2012, a musica Primavera No Coração descreveu outros momento um tanto quanto complicado diferente do ano doce que eu tinha planejado. 
Uma noite veio uma banda tocar/E ela foi com as amigas até lá/ Cantou, dançou e sem saber bem porquê, chorou...♫




OBS1: Foi a primeira vez que levei a minha câmera Canon T3 ao teatro para fotografar um show.

OBS2: O nome da minha câmera Canon T3 é Pequenã por causa da musica  "Pequenã" do Nenhum De Nós


16 de mar. de 2020

A NOITE DO REI - RAFAEL MALENOTTI


Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e  escrever aqui no Blog Lado Milla.


Como descrever momentos maravilhosos? Escrever um texto aonde cada palavra e frases escritas não virem um bombardeio de clichês? Como falar de “emoções” sem confundir um turbilhão de sentimentos e descrevê-los de uma forma que todos entendam?

Momentos inesquecíveis são aqueles que temos a oportunidade de revivê-los assim foram os vários momentos meus já descritos aqui e aqui com os amigos da banda Acústicos e Valvulados e o dia 16 de dezembro de 2011 será mais um dia desses, dignos a ser guardado na memória, um pouco mais especial porque não é todo dia que se tem a oportunidade de ver seus amigos em uma “Jornada Dupla”.
Assim que cheguei a Porto Alegre fui direto para o Teatro São Pedro, onde iria acontecer “a noite do Rei” onde, o Rafael Malenotti faria as releituras das musicas do Roberto Carlos que ele já mostrou em outras oportunidades que é fã declarado de suas musicas. O show foi realmente um “espetáculo de emoções” com direito até a um pedido de casamento no meio de uma musica... Não sou tão fã declarada das musicas do Rei quanto o Rafael, mas tem varias musicas que trazem lembranças e realmente emocionam de verdade.
A segunda etapa foi na Live pub, onde teve o ultimo show do ano em Porto Alegre. Quase que me deu um treco com a possibilidade de não ir por causa dos rolos do hotel... Mas a “jornada de emoções” era somente para os fortes, os deuses do Rock estavam do meu lado e acabou dando tudo certo para eu ir nesse ultimo show. Na entrada da Live eu encontro nada mais nada menos que o Mestre Everton Cunha o eterno MR. PI dificultou a “tremedeira” da criança que me fez ser confundida com um liquidificador elétrico ambulante, lembro que falei poucas coisas com ele, mas ele se lembrou de mim do encontro e da balada do pretinho em Floripa #ganheianoite!

O bombardeio de clichês começa no momento que escolho as palavras mais (...) para formar frases um tanto exageradas, para os outros olhares a não ser que esta vivenciando aquilo ou já vivenciou...

Na finaleira do(s) show(s) é sempre uma emoção represada, e depois da 11° chalaça vejo que esses momentos nunca irão mudar ou ser um milímetro diferente perderia toda a essência do momento que á pesar de ser represada é única! Uma baita sacanagem desse show é que roubaram a minha frase que eu digo quando eu vou de encontro a cada um deles “Bah, que saudade que eu tava de vocês...” cheguei para falar com o Rafael Malenotti antes, lá no teatro a primeira coisa que ele fala depois do abraço é “Ow Myla, que saudaaaades...!” fiquei sem palavras e só consegui responder com a voz um tanto abafada “eu também, eu também...”
Poderia ficar aqui escrevendo durante horas sobre a minha emoção de ir ao show deles aqui em SC ou sempre que possível viajar para POA/RS para ouvir mais uma vez “ao vivo e a cores”“o nome dessa rua”“fim de tarde”“céu da noite”... Poderia também rotular e deduzir sentimentos, mas fico com a frase do Rei;

"Não tem dinheiro que pague..."

15 de mar. de 2020

“FERNANDO ANITELLI APRESENTA: O TEATRO MAGICO – VOZ E VIOLÃO”


Sábado, dia 27 de abril de 2019, Em Florianópolis na capital de Santa Catarina, a temperatura da cidade estava caindo gradativamente, com  uma chuva finininha... A Ilha da Mágia digo, Florianópolis, saturada de falta de cultura e bons shows… Naquela noite, recebeu Fernando Anitelli apresenta: O Teatro Magico – Voz e Violão.


A cidade onde moro, é a capital do estado de SC, mas, quando se procura “eventos culturais” na city… Aqui mais parece cidade do interior. Mãããsss a questão era que tinha um programa nostálgico e emocionante que eu sabia que eu ia me emocionar bastante rs, na minha querida cof, cof cidade, não podia pensar na possibilidade de não ir. 

O Centro Integrado de Cultura Professor Henrique da Silva Fontes (CIC) é um conjunto de edifícios onde se realizam diversas manifestações culturais, localizados em Florianópolis. Ao todo, perfaz uma área de 9 993 m/². É um dos teatros mais “chiques” aqui da região. O clima do show é clean e a roupa também tem que ter o mesmo clima sem o tênis surrado companheiro fiel de chalaças. O CIC é um teatro grande, comparados aos outros dois teatros mais novos da cidade. O ambiente é aconchegante e bem bacana para shows. Cheguei uns 30min antes no CIC para comprar ingresso (graças à falta de divulgação ainda tinha ingresso na hora…) as poltronas são numeradas. Então, não pode entrar e sentar na poltrona que quiser (Organização!).


Fernando Anitelli após 13 anos de estrada com O Teatro Magico e a companhia musical visita suas raízes, seus primeiros passos, dialoga com a atualidade e revela canções inéditas com um show mais intimista aproximando cada vez mais o artista com o seu publico. 

Confesso que, eu estava acostumada com a trupe do Teatro Magico que eu assistia no DVD... sendo essa a característica do projeto sempre ter sido marcada por suas apresentações que misturavam uma série de performances, tudo teve início no álbum solo de Anitelli (inspirado na leitura do livro “O Lobo da Estepe” de Herman Hesse) e em suas apresentações de voz e violão realizadas em diversos locais! Apesar disso... Acredito que, um teatro não suportaria um show que não fosse em um formato acústico.
“Gravamos o álbum inteiro na levada de voz e violão (sem metrônomo) e só no final resolvemos experimentar outros sons, vozes, instrumentos e ruídos! Fomos então para a segunda fase do projeto e convidamos mais de 25 pessoas para participarem dessa aventura! Saímos gravando tudo ao contrário! As peças tinham que se encaixar nas levadas e na essência da música! Posteriormente, quando pensamos no palco, inserimos outros instrumentos e modalidades artísticas para que pudéssemos conceber essa outra fase nas apresentações ao vivo!”
Quando o Fernando Anitelli começou a recitar os primeiros versos: Sem horas e sem dores/Respeitável público pagão/Bem-vindo ao Teatro Mágico/Sintaxe à vontade... Foi impossível de não lembrar da Milla com 17 aninhos ouvindo Teatro Mágico no disckmam sendo considerada uma adolescente super cooll. Chorei mexxxxmo sem vergonha nenhuma (no escuro ninguém poderia julgar as minhas lágrimas.).

Na medida que ele vai cantando um repertório de músicas inéditas e também cantará seus principais sucessos junto ao público. Ele falou de assuntos políticos sem cair na velha máxima "Ele não!" ou "Petralhas" de uma maneira sutil tipico de um artista que sabe tem o publico na mão. Que são raros!

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... Depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só


Nas ultimas musicas ele perguntou para o publico se gostariam de levantar algumas pessoas (EU) levantaram-se e foram para perto do palco para cantar camarada D'Água e anjo mais velho... No final do show. Que ninguém queria que acabasse...  Nós cantamos anjo mais velho com Fernando Anitelli em cima do palco FOI MARAVILHOSO! E foi difícil não querer registrar.


As musicas do teatro mágico já fazem parte da tal memória afetiva (Fora as musicas mais novas) aquela guriazinha de 17 anos estava comigo e também faz parte de quem sou hoje... comprando a camiseta e o adesivo feliz da vida por estar vivendo TUDO aquilo...

O CD e o DVD eu já tinha só comprei a camiseta.
Esse foi o meu primeiro show , do segundo show da mesma na minha cidade ¬¬ Quem vai ao show do Teatro Mágico encontra a famosa barraquinha com a venda de produtos. CDs, DVDs, camisetas, chaveiros, materiais escolares, pijamas, fronhas....tudo que se possa imaginar e onde cabe a poesia de Fernando Anitelli está lá, à venda.

O adesivo esá na porta do meu quarto.
Na parte “camarim” que não teve, o Fernando Anitelli ficou conversando com o publico  que fez fila no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém-comprado… O Fernando é um querido e deu um show de simpatia querendo saber se era a 1° vez que eu ia no show/ perguntando o que eu tinha achado do show naquele formato e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD





*As ultimas fotografias foram registradas  por uma profissional que trabalha no teatro.

© MonocromatiCah
Maira Gall